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  • Foto do escritorAna Maria

Estrada da vida



Como é ouvir o corpo, ter fé e amor! 

Como é sentir a brisa, o vento guiando, é pra lá que eu vou! 


Sem confete nem purpurina, nesse bloco da vida quem desfila sou eu. 


Meu samba enredo é matéria que o espírito conta. 

Nesse ritmo vou tecendo a alegria com fios invisíveis e conscientes de mim. 


O amor persiste pois pulsa de dentro pra fora. 

As alas vão se aproximando, os músicos, as músicas e as dança ficam no ar. Andam guardadas nesse corpo memória que é você a me acompanhar. 


Dá alegria perceber que a tristeza tem nome. Mas deixou de ser senhora em meu coração. 


Dou espaço ao sentimento e procuro a cada reconto não racionalizar o coração. 


Mais dois passos pra lá. Vou dançando a vida. Desfrutando do poder que é ouvir o coração. 



Me fantasio de eu, sou harmonia e compasso, já não guio multidões, sou foliã da estrada chamada vida! 



Carnaval 2024


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