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  • Foto do escritorAna Maria

Vivência Ana Thomaz

O que fica quando tudo parece mudar?


Suporte antecedente, ancestres são alicerces

Quais partes de mim ainda insistem com o velho?

Posso compreender, ao me voltar para a Natureza, que a mesma se renova e regenera e que não se trata de raízes e sim da parte visível.

As raízes são alicerce, base para o caminhar, ou melhor, bases de se alinhar, perceber essa composição múltipla única e impermanente.



Tradução, transmutação, base, respiro na emoção e percebo o que agora me parece óbvio .

Há mais espaço vazio do que conteúdo.

Meu corpo não conhece competição, ou se a conhece afirma, somos todos pela vida!



Uma orquestra bem regida de vazio.

Alma desnuda e trazida a ser amor.

Há mais espaço vazio.

Não se apegue às emoções.

Viva-as! 💖


Sim, estou e caminho na era onde tudo muda.

Uma jornada, uma ferramenta para apoiar nossos processos e ancorar o nosso corpo na consciência da transitoriedade e da possibilidade de cura, de dentro pra fora, todos os dias - toda hora.



Ana Thomaz nos diz dos territórios que habitamos e de como podemos mudar, transformar, acolher e identificar o que em nós precisa mudar de percepção.


Hoje me afino com esse propósito.

De extrair o puro do impuro.

De me perceber em constante trabalho do vazio.

Esse trabalho de artista que traduz a arte ao acesso de todos.


Sobre a educação, essa autoeducação única tarefa que necessitamos fazer.

Todo dia esse trabalho para melhor servir.

Viver o propósito com amor, nos perceber equidistante da alegria e do sofrimento, como seria viver em puro equilíbrio.


Como é bom.

Poder estar na natureza, permeada de vazio e preenchida de conteúdos que me dizem de mim.

Em constante transformação.


Mutante, mudança, andança, fuçante assim!

Ana Maria

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