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  • Foto do escritorAna Maria

Você está tão presente na minha vida que quase me esqueço de lembrar



Hoje, seu dia! Para mim, todos os dias…

Sou filha, regida, guiada e rodeada por ti.

Seja na maternidade, seja na intensidade do seu fluxo que, espero, seja sem fim.



Nesses dias, sentimos como é forte sua presença vinda do céu. Que vai, por horas e horas a fio, construindo uma canção.

Uma insistência, um desejo de irrigar, de nutrir de limpar, para isso você não escolhe caminho, apenas cai.


O seu fluxo é seu. Você é você!


Me lembra minha mãe biológica.

Sempre presente, atuante quando quer, abundante sempre!


Que amor é esse, minha Nossa Senhora?


Fico sentindo e refletindo, será que esse pulso ancestral pulsa em mim?


Peço por sua beleza, sua arte, seus cuidados. E os recebo. No tempo de Deus.

Parece que eles sempre estiveram aqui, pedindo que suas águas lubrifiquem minhas válvulas, preencham meus potes vazios até que os mesmos transbordem e voltem a você.


E você vira silêncio, calmaria no caos… E novamente o som se faz, quantas formas você tem! Seus profundos lagos, os rios e suas curvas, a força que brota da terra.



Eu sou mistério perto de ti e também doçura, risada de criança que brinca na chuva e se deixa molhar.


Pisando nas poças d'água como a dizer:

Enfrento os meus medos, eles se desfazem quando me deixo inundar.


Mamãe, dia 8 de dezembro, louvo a Ti em meus cantos e me percebo no seu sinal, hoje chuva, amanhã temporal. Sabendo que isso também vai passar.

Bebo água, você não me deixa esquecer.


Ana


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