Monotemático erro didático, sem sensual


Gosto de brincar com as palavras, maneira fácil de me embrenhar por universos desconhecidos do meu interior/exterior.
Quando percebo que algo é estranho a mim,
tenho uma tendência humana de achar que a culpa é minha.
Mas ao sentir, observo que algo está errado há gerações.
Voltando à origem observo que
a expertise vem com o tempo
a não ser que sua casta lhe objetive a ser
o que lhe é imposto.
Ma monogamia, monocultura no único possível e real,
percebo que fui forjada na raça de me fazer em tudo.
Isso é incômodo pois parece surreal.
E lá eu não sou real?
Por algum tempo nos viram como objeto,
mas essa era chegou ao fim.
No metaverso, do pluriverso, observo em mim muitas, sou ancestralmente ligada a essa casta que muitas habilidades desenvolvem em si.
E numa sociedade que busca a padronização, me desencaixo por completo não sou mono, nem estou a fim.



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