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Labradorita

  • Foto do escritor: Ana Maria
    Ana Maria
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

Enumerar ações com a consciência do todo início meio e início.


Pensar que, para me organizar, necessito de mim mesma por inteira, sem meias metades sem preenchimento para além do interno. 


Saber que dou voltas e preciso aterrar,

que mesmo sendo apoiada pela gravidade do sol e pelas chuvas,

há ventos que vêm para derrubar árvores e galhos, que já cumpriram seu caminho. 



O balanço é forte , intenso e, logo após,

a chuva fina nos brinda com notícias boas de se escutar. 

Há lista vai se tornando plausível e possível e eu segura para me retirar. 

Assistir ao passo dados em conjunto e uníssono. 

Vou sentindo no corpo os esforços e o chamado para mim, esse lugar descanso.


Três frentes de ação que confluem e dissipam meu sertão. 

Hoje, elenco o que mover…

limpo a casa para me fortalecer

e, mesmo que dividem, já não me importo,

sei que tenho as ferramentas para ser quem eu sonho

e despir das máscaras que sustentaram meu ser

equivocado de ser quem não se pode ser. 


Esse outro ser que vive!




Ana Maria

 
 
 

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